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	<title>Inconstantemente falando...</title>
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	<description>Just another girl... just another blog...</description>
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		<title>Inconstantemente falando...</title>
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		<title>Política de Compensação</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 13:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconstantemente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Sem Frescura - Lya Luftal]]></category>
		<category><![CDATA[carro de som]]></category>
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		<category><![CDATA[disfunção sexual]]></category>
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		<description><![CDATA[ Estou para revelar a vocês homens (sim, dois posts seguidos para entrarem na mente feminina). Vou revelar um segredo que a grande maioria não conta por vergonha do pensamento ou para tão somente poupá-los. Se você é um daqueles homens que anda em carro onde o aparelho de som é mais potente que o motor, ou que fica empinando com a moto para aparecer para “as gatinha”, ou que dá aquelas arrancadas com o veículo pra mostrar que está motorizado... sabe o que nós mulheres pensamos de vocês? Que estão tentando compensar o tamanho minúsculo de seu membro sexual.<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=456&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como eu disse, vou reproduzir aqui os posts de Lya Luftal, mas não na ordem que foram publicados, mas na hora que me apetece&#8230; esta semana uma foto no face me lembrou um texto muito útil para os garotos entenderem a mente feminina, lá vai:</p>
<p style="text-align:center;"><strong>Política de Compensação</strong></p>
<p> Estou para revelar a vocês homens (sim, dois posts seguidos para entrarem na mente feminina). Vou revelar um segredo que a grande maioria não conta por vergonha do pensamento ou para tão somente poupá-los. Se você é um daqueles homens que anda em carro onde o aparelho de som é mais potente que o motor, ou que fica empinando com a moto para aparecer para “as gatinha”, ou que dá aquelas arrancadas com o veículo pra mostrar que está motorizado&#8230; sabe o que nós mulheres pensamos de vocês? Que estão tentando compensar o tamanho minúsculo de seu membro sexual.</p>
<p>Sim, se você acha que uma mulher vai te querer por causa disso, você é provavelmente um idiota que não tem nada mais para oferecer: nem mente, nem satisfação. E achar que isso vai funcionar mostra que o realmente o tamanho do seu cérebro é proporcional ao tamanho do seu membro, ou seja, mínimo.</p>
<div id="attachment_457" class="wp-caption alignleft" style="width: 295px"><img class="size-full wp-image-457" title="palhaço" src="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2012/01/palhac3a7o.jpg?w=510" alt=""   /><p class="wp-caption-text">Esta foi a imagem que me fez lembrar do texto</p></div>
<p>No último final de semana estava descendo minha rua quando dois picapes passaram por mim. Um com uma caixa de som de uns dois metros de altura com dois idiotas segurando nas beiradas na carroceria e o segundo com quatro “machos” dançando o som da primeira: um funk proibidão. Por que não havia nenhuma mulher no meio? Porque a gente não acha isso divertido, interessante e nem sequer válido por nenhuma razão! O que veio na minha mente após observar tal situação? “Membros sexuais (e cérebro) atrofiados ao ponto de terem vergonha de mostrarem a uma mulher, ou um bando de enrustidos!”.</p>
<p>É lógico que, como tudo na vida, não é uma regra geral. O cara pode ter o aparato perfeito e não saber usar ou ser daqueles que tentam levar uma diferente para a cama cada noite (e podem até conseguir se a mulher não o ver em tal situação e ele for gatinho) e não dão valor nenhum a mulher. Acham que ela é uma conquista, uma mercadoria, assim como o carro, moto ou som do qual eles tem tanto orgulho, é apenas um prêmio. Agora essa é uma regra que eu não conheço exceção: todo homem que tem um comportamento como esse frequentemente é um idiota que não vale a pena.</p>
<p>Sabemos que os homens valorizam muito o comportamento do grupo, é bem provável que, entre os idiotas dos picapes, havia um ou dois que salvavam e que poderiam ser inteligentes e bons de cama, só estavam coagidos pelo comportamento do grupo e tiveram esse comportamento para serem aceitos. Dica para os homens: se Seus amigos são assim finja que não os conhece quando fizerem isso, finja uma dor de barriga e fuja deles ou simplesmente busque novos amigos, vai ser melhor pra você do que viver fingindo.</p>
<p>Agora dica para os que são assim (tia Lya não deixa ninguém desamparado, nem os idiotas de PPs): há mulheres com o seu padrão para homens, basta localizá-las. No mesmo dia estava eu sentada em uma praça da cidade papeando com uma amiga, quando passaram três garotos em um carro (velho, diga-se de passagem), arrancando com o veículo. No banco ao lado do nosso, havia dias garotas, uma delas sentada com as pernas abertas (uma perna dobrada em cima do banco e a outra no chão, de calça comprida). O menino no banco do carona colocou a cabeça para fora e disse “fecha as pernas!”. As garotas não os cumprimentaram e pela cara da outra elas não os conheciam. A menina das pernas abertas começou a rir e fazer charminho. Esse é o tipo de garota que vocês devem procurar: as que não se dão o valor. Não por ela estar de perna aberta, a pose dela não estava vulgar de maneira alguma, estava apenas sentada a vontade em um papo com a amiga em praça pública. Mas por ela ter encarado como um elogio o que na verdade era um insulto. Tenho certeza que se eles parassem o carro ela pegaria um dos idiotas. Ou então podem seguir pelo caminho mais fácil e se contentarem com as bêbadas. As noites da cidade estão cheias delas.</p>
<p>Agora o conselho para as garotas é fácil: valorizem-se e não dêem nem conversa para idiotas deste naipe. Não pelo fato de que lês não lhe darão satisfação sexual, mas pelos simples fato deles serem idiotas mesmo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/inconstantemente.wordpress.com/456/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/inconstantemente.wordpress.com/456/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/inconstantemente.wordpress.com/456/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/inconstantemente.wordpress.com/456/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/inconstantemente.wordpress.com/456/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/inconstantemente.wordpress.com/456/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/inconstantemente.wordpress.com/456/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/inconstantemente.wordpress.com/456/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/inconstantemente.wordpress.com/456/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/inconstantemente.wordpress.com/456/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/inconstantemente.wordpress.com/456/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/inconstantemente.wordpress.com/456/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/inconstantemente.wordpress.com/456/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/inconstantemente.wordpress.com/456/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=456&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">FafaH</media:title>
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		<title>Fora do ar</title>
		<link>http://inconstantemente.wordpress.com/2012/01/19/fora-do-ar/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 13:14:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconstantemente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Papo Sem Frescura - Lya Luftal]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Novo]]></category>
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		<description><![CDATA[Bom, desde dezembro 2010 que eu tentei atacar de blogueira no Jornal aQui, até que deu certo, nos primeiros meses o meu blog foi o mais lido. Sob o pseudônimo de Lya Luftal (sugerido pela minha amiga e jornalista do aQui Lívia Venina) eu falava sobre cotidiano, relacionamento, comportamento e sexo. Mas depois fui perdendo a inspiração e o tempo e o blog acabou morrendo e saindo do ar. <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=449&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pra variar fiquei muito, mas muito tempo fora do ar! É incrível como dois empregos e um namorado podem tornar a vida da gente tão cansativa. Tudo começou exatamente no mês da última postagem. O mês do meu aniversários. Novo emprego, muitas situações adversas no namoro&#8230; mas <del>estou</del> estamos conseguindo levar bem. Ele ainda tem filho, ex mulher e dois bicos pra se preocupar. É acho que afinal a idade adulta chegou.</p>
<div id="attachment_450" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><img class="size-medium wp-image-450" title="Lya" src="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2012/01/lya.jpg?w=300&#038;h=290" alt="" width="300" height="290" /><p class="wp-caption-text">Este era o avatar de Lya Luftal, no &quot;Papo Sem Frescura&quot;</p></div>
<p>Bom, desde dezembro 2010 que eu tentei atacar de blogueira no <a href="http://www.jornalaqui.com.br/" target="_blank">Jornal aQui</a>, até que deu certo, nos primeiros meses o meu blog foi o <a href="http://www.jornalaqui.com.br/arquivo/2011/726/paginas/especial2.htm" target="_blank">mais lido</a>. Sob o pseudônimo de Lya Luftal (sugerido pela minha amiga e jornalista do aQui Lívia Venina) eu falava sobre cotidiano, relacionamento, comportamento e <del>sexo</del>. Mas depois fui perdendo a inspiração e o tempo e o blog acabou morrendo e saindo do ar.</p>
<p>Como esse aqui não sai do ar e os temas de Lya serão sempre atuais, decidi postar os posts antigos dela aQui, no meu blog. Não vou começar do primeiro porque o que vem abaixo tem bem mais a ver. Enjoy it!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Resoluções de Ano Novo</strong></p>
<p>Depois dos 25 (alguns até antes mesmo), todo mundo fica um pouco deprê em alguma época do ano, ou no aniversário (normalmente quem chega aos 40) ou na véspera de Ano Novo. Por mais que nossa vida se construa a cada dia e podemos mudá-la quando bem entendermos, é nessa época que olhamos para trás e normalmente achamos que não fizemos nada de bom.</p>
<p>Aí começamos com a série de arrependimentos e planos para o futuro. Enchemos o bucho na ceia de Natal, enchemos a cara no Réveillon, passamos uns poucos dias na praia, e quando retomamos nossa rotina normal de vida, esquecemos de tudo aquilo que lamentamos e prometemos nesses poucos dias.</p>
<p><img class="alignleft size-medium wp-image-451" title="charge_anonovo" src="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2012/01/charge_anonovo.jpg?w=298&#038;h=300" alt="" width="298" height="300" />A dica da Lya para esse período é a seguinte. Primeiramente, um ano é pouco tempo. São quatro estações, 365 dias, muita labuta, muita preocupação, muita correria, muito samba, suor e sacanagem. Não dá tempo de fazer quase nada, sem contar que aqui em baixo da linha do Equador a gente pouco funciona nas estações quentes. O ano vai de depois do Carnaval a pouco antes do Dia das Bruxas. O problema não é com você, o brasileiro é assim, salvo algumas exceções. Quando for pensar naquilo que você fez da sua vida, não pense de janeiro até agora, pense nos cinco últimos anos (os mais jovens pensem em três), e veja o quanto você evoluiu, como sua vida está diferente. Mas se você perceber que está estagnado ou andou para trás, aí sim, lamente, encha o bucho e a cara, mas não esqueça que é hora de acordar e tomar um rumo na sua vida depois que as festas acabarem.</p>
<p>A segunda dica é meio clichê, mas pode funcionar (principalmente para quem se viu estagnado). Escreva suas resoluções de Ano Novo. Pegue uma folha de papel e escreva (com a mão mesmo, nada de computador, tem que ser uma coisa bem íntima e pessoal) dez metas para o próximo ano. Não adianta colocar coisas absurdas como “comer a Valeska Poposuda” ou “aprender a gostar da minha sogra”. Pense em coisas produtivas, que fariam sua vida caminhar no rumo certo e que possam se resolver com simples atitudes em seu dia a dia. Por exemplo: este ano vou conseguir uma promoção no trabalho. Mas aí você te, que se esforçar a cada labuta para merecer. Não é pedido para gênio da lâmpada, são decisões que cabem a você que se concretizem.</p>
<p>Mas também não é para ficar lendo as resoluções todos os dias e remoendo como fazer para que elas aconteçam. Às vezes você está ocupado demais pensando e a oportunidade passa por você, e quando você perceber já é véspera de Ano Novo de novo. Pegue a folha no meio do ano e veja o que você avançou e se planeje para o próximo semestre. Só se martirize ticando o que você fez ou não fez nessa época depressiva pré-festas do ano que vem. Se um ano já é pouco tempo, um semestre não dá para nada.</p>
<p>É isso! Boas festas para todos e todas! E lembrem-se: não importa a cor da sua calcinha ou cueca na hora da virada, quem faz o seu Ano ser Novo é você.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/inconstantemente.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/inconstantemente.wordpress.com/449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/inconstantemente.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/inconstantemente.wordpress.com/449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/inconstantemente.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/inconstantemente.wordpress.com/449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/inconstantemente.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/inconstantemente.wordpress.com/449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/inconstantemente.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/inconstantemente.wordpress.com/449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/inconstantemente.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/inconstantemente.wordpress.com/449/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/inconstantemente.wordpress.com/449/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/inconstantemente.wordpress.com/449/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=449&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Primeiro ato</title>
		<link>http://inconstantemente.wordpress.com/2011/08/24/primeiro-ato/</link>
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		<pubDate>Wed, 24 Aug 2011 15:06:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconstantemente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comparações impertinentes]]></category>

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		<description><![CDATA[Desde menina aprendi a viver na fantasia, bonecas, amigos imaginários, romances que duravam o tempo de uma dança de mãos na cintura e sem rostos colados. Um simples olhar ou toque nos cabelos já era motivo para recomeçar a sonhar com outro sentido, mas o mundo real nunca encenou meus roteiros. Com o passar do [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=441&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde menina aprendi a viver na fantasia, bonecas, amigos imaginários, romances que duravam o tempo de uma dança de mãos na cintura e sem rostos colados. Um simples olhar ou toque nos cabelos já era motivo para recomeçar a sonhar com outro sentido, mas o mundo real nunca encenou meus roteiros.</p>
<p>Com o passar do tempo, os sonhos cresceram tanto que podia julgá-los reais, havia príncipes encantados às avessas, pilotando motos, com calças rasgadas e all stars de cano alto. E eu era a princesa reprimida, resgatada do alto da torre e das correntes de proteção.</p>
<p>Príncipes chegavam e desistiam. Não eram bons o suficiente&#8230; não agüentavam a pressão da realeza&#8230; desistiam no primeiro obstáculo&#8230; ou simplesmente eram ogros disfarçados por um feitiço que todos tentaram alertar, mas o amor sempre será cego.</p>
<p><a href="http://www.anunciame.com.br/portal/wp-content/uploads/2008/12/rapunzel-cor.jpg"><img class="alignleft" title="Rapunzel" src="http://www.anunciame.com.br/portal/wp-content/uploads/2008/12/rapunzel-cor.jpg" alt="" width="200" height="299" /></a>Aprincesa conheceu um sapo, se apaixonou novamente, e ele virou um príncipe. Deixou-se levar pelo mundo, abandonou o castelo e foi brincar de casinha em uma nova terra encantada, onde tudo era diferente, inclusive as pessoas. Ninguém a ensinou que pessoas diferentes deveriam ser tratadas de forma diferente. Que fora do castelo o mundo era cruel e a engoliria. Conheceu madrasta má, grilo falante, gato de botas, irmãs boas, irmãs más&#8230; começou como súdita e estava prestes a voltar à corte naquela nova terra quando&#8230; percebeu que a posição que iria ocupar era de bobo da corte, e isso ela não poderia aceitar.</p>
<p>Voltou ao castelo, implorou pelo perdão do rei e foi reintegrada à realeza. Seu príncipe abandonou o reino distante e ocupou seu lugar de direito ao lado da princesa. O que ela não sabia era que o feitiço só durava enquanto havia amor verdadeiro entre os dois, e aos poucos ele foi voltando a ser sapo. Coachou, coachou, mas não conseguiu outro beijo sincero da princesa, que se isolou na torre novamente, desta vez por vontade própria.</p>
<p>O que a alegrava era cuidar do povo, se preparava para um dia assumir o trono e queria fazê-lo da melhor forma possível. Foi quando deixou de buscar um príncipe e encontrou um cavaleiro de armadura prateada. O brilho da armadura era tanto que a princesa se iludiu e iludiu o guerreiro acreditando que era amor.</p>
<p>Logo veio a guerra e o cavaleiro precisou partir. A princesa desolada se consolou nos braços dos covardes que não partiram para a guerra e terminou por se apaixonar por seu fiel escudeiro. Eles esperavam que o pior acontecesse na guerra, mas o cavaleiro retornou inteiro e com méritos. Quando o romance foi descoberto, a princesa recusou o trono e o escudeiro foi expulso da corte, sendo abrigado no vilarejo vizinho.</p>
<p>Passaram a viver vidas separadas e a ignorar a força de atração que os tomava. A princesa se apaixonou por um plebeu e lhe concedeu todas as honras dignas por seu amor, porém nunca o amou de verdade. Em um passeio pela praça, o escudeiro viu o sorriso nos olhos da princesa e lembrou que aquele olhar lhe pertencia. Pediu então que uma das camareiras que lhe entregasse um bilhete para que se reconciliassem.</p>
<p>A princesa acordou em alegria! O dia tão esperado finalmente viera e ela poderia explorar novas terras encantadas ao lado daquele a quem seu coração realmente pertencia. Estava casada do mundo, das pessoas, dos dedos apontados e da repressão do rei. Queria uma casa isolada no meio da floresta, onde poderia mais que brincar de casinha, ser mulher e não princesa&#8230; ter filhos, recolher lenha no inverno, banhar-se no rio no verão, colher flores na primavera e varrer o quintal no inverno.</p>
<p>Ao chegar ao local marcado, o escudeiro fez juras de amor eterno e a princesa se sentiu a mulher que desejava ser. Rompeu com o plebeu e o resto do mundo e fugiu para a casa na floresta com a qual tanto sonhava. Lá chegando percebeu que estava só, que tudo não passavam de promessas e que seu amor não estava disposto a deixar sua vida de escudeiro para com ela ficar.</p>
<p>Isso deixou a princesa desolada e ela fez uma promessa, que nunca mais acreditaria em homem nenhum. Já havia sido magoada antes, mas se julgava vitima de feitiçaria, afinal sapos e ogros não nascem naturalmente&#8230;</p>
<p>Com essa decisão tomada ela abandonou o reino de vez e rumou para a cidade grande. Se perdeu por tantas ruas, copos e bocas, que já não sabia mais onde começava sua vida e terminava a cidade. Se perdeu, se jogou&#8230; até que conheceu um homem real, sem status de realeza ou treinamento de guerra. Tinha sua promessa em mente mas, com tantos passeios pelo mundo ao seu lado, acabou por se entregar novamente.</p>
<p>Descobriu com ele uma nova forma de mágoa&#8230; recebeu carinho, prazer, tudo que sempre precisou, mas ele não foi capaz de amá-la. E o amor ainda era primordial na vida dessa princesa, então, depois de tantas aventuras, ela decidiu voltar novamente ao reino, coisa que não imaginava fazer nunca mais, mas dessa vez não recusou apenas o trono, mas todo status de realeza do qual tinha direito.</p>
<p>Foi viver e seu próprio reino, trabalhando como os plebeus e se divertindo nas tabernas. Reconquistou amigos e amigas, teve romances aleatórios, mas já tinha tomado uma decisão maior. Não apenas não acreditaria mais em homem nenhum, como também não se deixaria apaixonar nunca mais. Chegou a quase se entregar para um membro da corte, mas não poderia voltar ao castelo e logo o flerte foi interrompido.</p>
<p>Foi quando outro cavaleiro apareceu em seu caminho. Ela estava se sentindo triste com tantos relacionamentos vazios e ele lhe ofereceu uma carona em seu cavalo. Se amaram como dois pagãos por todo celeiro e a princesa/plebéia foi contra tudo que tinha prometido e entregou novamente seu coração nas mãos de alguém. Outro cavaleiro&#8230; da mesma tropa&#8230; as semelhanças eram muitas, mas eram as diferenças que a cativavam, eram as diferenças que a fizeram sentir por ele o que não havia conseguido sentir antes por ninguém.</p>
<p>Mas ela ainda era a mesma, nem princesa, nem plebéia. Apenas alguém em busca de se sentir-se viva a cada momento, alguém que não pensava nas conseqüências de seus atos, tanto que recusou tronos, glórias e amores. Fugiu tantas vezes do castelo, dos outros e de si mesma, e não souber perceber que era hora de parar de fugir e talvez voltar a sonhar com uma cabana nas montanhas. Não gostava de se sentir assim, tinha medo&#8230; Quando teve oportunidade, desembainhou a espada de seu cavaleiro e cravou contra o peito do mesmo, e ali sentou, observando o motivo de tanto amor sangrar, até a morte.</p>
<p>Hoje a princesa voltou a crer em magia. Busca em cada mago que conheceu uma poção mágica para trazer o amado de volta à vida, mas tem medo de que a poção o traga de volta com uma alma impura. Busca a poção, mas ao mesmo tempo quer encontrar alguém que já a tenha tomado para que tenha certeza de que seu cavaleiro ainda terá a mesma bondade no coração.</p>
<p><strong>Segundo ato</strong></p>
<p>(&#8230;)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/inconstantemente.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/inconstantemente.wordpress.com/441/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/inconstantemente.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/inconstantemente.wordpress.com/441/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/inconstantemente.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/inconstantemente.wordpress.com/441/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/inconstantemente.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/inconstantemente.wordpress.com/441/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/inconstantemente.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/inconstantemente.wordpress.com/441/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/inconstantemente.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/inconstantemente.wordpress.com/441/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/inconstantemente.wordpress.com/441/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/inconstantemente.wordpress.com/441/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=441&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>A resistência e a cultura de aço nos anos de chumbo</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Aug 2011 17:24:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconstantemente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Algo de útil]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Jornalista]]></category>

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		<description><![CDATA[Pra quem não teve a oportunidade de ler no Volta Cultural de julho &#8211; com alguns trechos extras que não couberam: Em 26 de junho celebra-se o Dia Internacional em Apoio às Vitimas de Tortura, instituído pela ONU em 1987. Mesmo assim o Brasil levou mais 10 anos para caracterizar em seu código penal a [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=434&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Pra quem não teve a oportunidade de ler no Volta Cultural de julho &#8211; com alguns trechos extras que não couberam:</em></strong></p>
<p>Em 26 de junho celebra-se o Dia Internacional em Apoio às Vitimas de Tortura, instituído pela ONU em 1987. Mesmo assim o Brasil levou mais 10 anos para caracterizar em seu código penal a lei que define a tortura como crime, mas todos os dias pessoas ainda são torturadas física e psicologicamente, indo contra a lei e contra a Declaração Universal dos Direitos Humanos (DUDH), adotada pelos países ligados à ONU em 10 de dezembro de 1948. A história contada a seguir é relacionada com essas datas e tem como ponto alto a comemoração de 20 anos desta declaração. O cenário é a região Sul Fluminense, principalmente Barra Mansa e Volta Redonda; e os personagens, são atores, atrizes, religiosos, jornalistas&#8230; sobretudo cidadãos, inconformados com o desrespeito, abuso e privação impostos pela Ditadura Militar que vigorava na época.</p>
<p>Volta Redonda e Barra Mansa eram áreas de segurança nacional, pela presença da CSN na primeira e de um BIB (Batalhão de Infantaria Blindada) na segunda. Por serem cidades pequenas, a fiscalização e perseguição eram intensas. Os que pensavam diferente e agiam contra o governo imposto eram escoltados por veículos aparentemente civis, mas com militares em seu interior, que vigiavam onde iam, com quem falavam, o que faziam e a que horas voltavam para casa. Nessa época o teatro na região era fraco, até que um grupo de jovens decidiu unir a arte ao manifesto e encenar “Liberdade, Liberdade”, de Millôr Fernandes e Flávio Rangel.</p>
<p>Entre esses jovens, Bernardo Maurício (diretor de teatro até os dias de hoje) e Vicente Melo (atualmente jornalista da Fundação de Cultura de Barra Mansa). Vicente lembra que “assim começou a fermentar o bolo cultural da região, éramos um grupo de pessoas que nos encontrávamos não por objetivos individuais, mas sociais e culturais”. Grupo que já começou a sofrer as perseguições do exército. Para surpresa de todos, a peça foi aprovada pela censura, com restrição em alguns trechos. “Mas a gente não quis nem saber, encenou a peça completa”, revela Bernardo.</p>
<p>Com o talento e ousadia desses jovens, logo chamaram a atenção de um ícone regional dos Direitos Humanos, o Bispo Dom Waldyr – que havia chegado à cidade em 1966. Um grupo de bispos do Brasil decidiu realizar em 1968 uma celebração dos 10 anos da DUDH. Concomitantemente, um funcionário da CSN, com nove filhos, se vendo incapaz de sustentar a família, suicidou-se pulando no alto-forno principal da companhia. O episódio foi transformado em um monólogo, conhecido como “Zé do Forno”, representado na celebração por Bernardo maurício. “Queríamos mostrar como os direitos humanos eram desrespeitados de tal forma, que levavam um cidadão a acabar com a própria vida”, justifica D. Waldyr.</p>
<p>O palco foi o teatro Santa Cecília. “Havia aproximadamente 350 pessoas na celebração, mas praticamente era 50% era da imprensa, inclusive internacional, e a outra metade eram militares vigiando e registrando”, lembra Vicente. Além do “Zé do Forno”, Bernardo e Vicente representaram trechos do “Liberdade, Liberdade”. Dias depois, entra em vigor o temido AI5, que privou tantos da liberdade, entre eles nossos protagonistas. Bernardo foi preso em janeiro de 1969, em um passeio pelas ruas de Volta Redonda. Levado ao BIB, foi perguntado se sabia o porquê estava ali. “Eu não fazia ideia, foi quando me apresentaram uma pasta com imagens da celebração e me contaram que eu estava preso por ter feito parte daquilo”.</p>
<p>Bernardo conta que ficou preso por 67 dias, passou por 30 interrogatórios, mas não sofreu tortura física, apenas psicológica. “A maior tortura pra mim foi a privação da leitura, eu lia todos os dias”. Ele conta que, o teatro foi seu grande refúgio na carceragem, ele era capaz de deixar a imaginação fluir. “Eu brincava que era um fantasma da noite e assustava os sentinelas”, revela. Ele foi um dos últimos a serem solto, liberado antes apenas do presidente do Sindicato dos Metalúrgicos da época, Wilton Meira. Para ser preso, bastava ser suspeito, Bernardo conta o caso de seu irmão que foi preso no dia do casamento, que não era nem envolvido com a resistência à ditadura, mas pelo fato de ser seu irmão e de estudar no Rio já foi motivo para ser levado e torturado. “Ele não morreu na prisão, faleceu de um câncer, mas quem garante que esse câncer não nasceu ali, aquela prisão”, diz emocionado.</p>
<p>Vicente também foi preso por duas vezes, sendo detido por uma semana em cada uma delas. Uma das razões foi por ser um dos idealizadores do jornal “Presença”, que durou apenas três edições até ser completamente censurado e os responsáveis por sua publicação tiveram o mesmo destino: o BIB. “As prisões aconteciam da forma mais inusitada, podia estar apenas tomando um café e de repente encostava um miliar à paisana e pedia para entrar no carro”, conta.</p>
<p>Outro momento lembrado por Vicente foi o “Festival de Música do Umuarama”. “A gente se inscrevia sempre com músicas de protesto, mas só eram vitoriosas as músicas românticas. Um dia nos convidaram para compor o júri, aí demos nota zero para todas as concorrentes e dez apenas para a de protesto que queríamos de ganhasse”, se diverte o jornalista, lembrando de uma das poucas formas que tinham de se manifestar que não eram proibidas pela censura.</p>
<p>E assim seguiam nossos jovens, se encontrando na surdina para trocarem opiniões sobre o momento de opressão vivido em todo o país. Reuniões na casa de amigos, ensaios de teatro em terreiros espíritas (já que na cidade ninguém mais cedia espaço para os artistas depois do AI5), organizando excursões para a capital sempre que havia debates, estreia de peças, bienais ou manifestações da tropicália. Até que, na década de 80 o cenário começou a melhorar, Volta Redonda já tinha mais de nove grupos de teatro produzindo peças e Vicente foi eleito para a presidência do Gacemss. O teatro estava em construção há mais de 20 anos, e em setembro de 1981 foi finalmente inaugurado, com a peça “O Jogo das Contas de Vidro” do grupo de teatro de Bernardo, com atores do Rio. “Toda essa época foi um trabalho de resistência, inventando um espaço para respirar. As opções eram poucas: enlouquecer ou se alienar”, explana Vicente.</p>
<div id="attachment_437" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/08/dom-waldyr-celebrando-a-missa-do-velc3b3rio-dos-3-funcionc3a1rios-da-csn-mortos-na-greve-de-1988.jpg"><img class="size-medium wp-image-437" title="Dom Waldyr celebrando a missa do velório dos 3 funcionários da CSN mortos na greve de 1988" src="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/08/dom-waldyr-celebrando-a-missa-do-velc3b3rio-dos-3-funcionc3a1rios-da-csn-mortos-na-greve-de-1988.jpg?w=300&#038;h=206" alt="" width="300" height="206" /></a><p class="wp-caption-text">Dom Waldyr celebrando a missa do velório dos 3 funcionários da CSN mortos na greve de 1988.</p></div>
<p>A igreja era outro espaço de resistência, como os militares não podiam levar presos os religiosos que a ela se dedicavam, muitos encontros erar realizados na Cúria de Volta Redonda. Havia no local uma comissão de Direitos Humanos, organizada por três irmãs, que se reunia com frequência e ia em defesa dos crimes cometidos pelos militares na região. Dom Waldyr lembra do caso de três soldados que, por serem contra a ditadura, foram torturados e mortos no quartel de Barra Mansa. Pela luta dessa comissão, seus assassinos foram julgados, perderam suas patentes e foram presos.</p>
<p>“A igreja tem em seu calendário diversas celebrações anuais, uma delas é a Paixão de Cristo, que sempre era encenada no Estádio Raulino, para mais de 15 mil pessoas. Um ano eu quis fazer como uma denúncia, e fizemos um roteiro em que, todos os estágios da Paixão de Cristo faziam referência a episódios de torturas e perseguições que aconteciam bem aqui, na nossa cidade”, lembra Dom Waldyr. “Precisávamos dar coragem ao povo, mostrar que não podiam abaixar a cabeça diante de tudo que acontecia”, justifica.</p>
<p>Muitos dizem que os anos tenebrosos foram de 1968 a 1978, quando o AI5 estava em vigor. Mas um dos episódios mais violentos de nossa história, aquele que encerra nosso relato, aconteceu depois até do período da ditadura. Em 1988 foi realizada uma manifestação, com todo o apoio da Igreja, da sociedade civil e até da Prefeitura, em defesa dos operários mortos durante a greve.</p>
<p>“Brizola havia montado uma comissão especial para investigar os crimes da baixada. Dois membros desta comissão me procuraram depois desta manifestação e me alertaram ‘O sr. e o Prefeito de Volta Redonda estão condenados à morte, e o atentado será fora de Volta Redonda, para não despertar suspeitas, e vai parecer um acidente’. Liguei na hora para o secretário do prefeito e alertei”, relatou com exclusividade Dom Waldyr. Dois meses depois, o Prefeito, Juarez Antunes falecia em um acidente de automóvel, a caminho de Brasília. Desde então, Dom Waldyr parou de andar de carro. “Eu pegava o ônibus na Dutra, para que não fosse visto embarcando na rodoviária”. Encerrou emocionado “Passaram-se mais de quarenta anos para que eu pudesse estar contando isso pra você o que vivemos naquela época”.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/inconstantemente.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/inconstantemente.wordpress.com/434/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/inconstantemente.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/inconstantemente.wordpress.com/434/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/inconstantemente.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/inconstantemente.wordpress.com/434/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/inconstantemente.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/inconstantemente.wordpress.com/434/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/inconstantemente.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/inconstantemente.wordpress.com/434/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/inconstantemente.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/inconstantemente.wordpress.com/434/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/inconstantemente.wordpress.com/434/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/inconstantemente.wordpress.com/434/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=434&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Compras coletivas – justiça seja feita!</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Jul 2011 20:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconstantemente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eu também vou reclamar!]]></category>

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		<description><![CDATA[Há quase um ano já sou adepta das compras coletivas pela internet. Acho um sistema formidável, que nos permite não apenas adquirir produtos e serviços relativamente caros por preços justos (ou pechinchas mesmo), mas também conhecer estabelecimentos que nem pensaríamos em entrar se não fosse por essa oportunidade, e nos tornarmos clientes fiéis, caso sejamos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=427&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/07/comprascoletivas.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-428" title="comprascoletivas" src="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/07/comprascoletivas.jpg?w=300&#038;h=276" alt="" width="300" height="276" /></a></p>
<p>Há quase um ano já sou adepta das compras coletivas pela internet. Acho um sistema formidável, que nos permite não apenas adquirir produtos e serviços relativamente caros por preços justos (ou pechinchas mesmo), mas também conhecer estabelecimentos que nem pensaríamos em entrar se não fosse por essa oportunidade, e nos tornarmos clientes fiéis, caso sejamos bem atendidos.</p>
<p>Quando esta febre começou, eu ainda morava no Rio. O Hara Sushi, em Botafogo, foi um desses estabelecimentos. Eu e meu pseudo-namorado da época compramos um combo de sushis e nos tornamos clientes do estabelecimento, voltando lá várias vezes, inclusive para o rodízio, que é maravilhoso! Compramos o mesmo combinado em outro estabelecimento, no Shopping Rio Sul (não me lembro o nome do restaurante) e a situação foi inversa. Pedimos Hot Filadélfia e os rolinhos estavam tão banhados em óleo que o shoyu ficou regado de gotinhas oleosas. Resultado: reclamamos, não pagamos a bebida e nunca mais voltamos lá (apesar da simpatia do gerente).</p>
<p>Comprei mais cupons de comida japonesa por lá, mas nenhuma foi tão boa ou tão ruim quanto os casos que citei. De volta ao interior, eu e minhas amigas compramos um voucher de comida japonesa na “Aldeia da Pizza”, em Volta Redonda. Parece estranho comida japonesa em um local com esse nome, mas aprovado! Não apenas pela comida, que nem era tãããão boa assim (gostosinha e preço justo, mas longe do top 10), mas o ambiente aconchegante (lareira, carta de vinhos, bom atendimento e área para fumantes) certamente me fará voltar lá.</p>
<p>Mas agora com a dieta e a idade batendo na porta (passou dos 25 a gente já tá se sentindo velha), estou comprando tudo que aparece relacionado a massagem, drenagem, hidratação&#8230; e afins. Logo no começo do ano, comprei um shiatsu em um centro de estética aqui em VR também (infelizmente perdi o cartão) que foi uma benção! Bem recepcionada e bem atendida. Agora estou nas drenagens. A primeira que comprei foi no “Instituto de Beleza Cristina Franco”, na Vila. Muito bom! Mas infelizmente muito caro para que eu continuasse a frequentar. Continuo comprando de 1 em 1, de 5 em 5&#8230; dependendo do valor.</p>
<p>Na segunda compra tive (des)prazer de conhecer o “Salão De Sirius”, em Barra Mansa. Comprei uma drenagem que só poderia fazer no período da manhã, já que trabalho à tarde. O site me dizia “atendimento de 9h às 18h”. Logo que liguei a menina me disse que só atendia à tarde (com muita educação e delicadeza), eu consegui convencê-la (sem imposição, apenas no diálogo, nada de “eu paguei, eu quero!”) a me atender 9h30. Chego eu no dia marcado e o salão está&#8230; FECHADO! Outras pessoas esperando na porá a pessoa que abre chegar. Uma cliente que tinha manicure marcada deu no pé e disse que NUNCA MAIS VOLTARIA LÁ. Esperei&#8230; até 10h15. Uma drenagem dura 1h, como entro 12h no trabalho, não poderia esperar mais que isso, pois precisava passar em casa ainda. No final da tarde a menina me liga pedindo desculpas e para remarcar. Marquei desta vez para 10h e fui muito bem atendida – na verdade “servida”, a drenagem foi maravilhosa, a massagista educada e legal, porém a recepção no salão é um c*. Cheguei no horário e ainda tive que esperar 15 minutos para a montagem da sala e preparação do material. O clima do salão também não era agradável, mas comprei novamente um cupom de desconto de lá, desta vez de uma progressiva.</p>
<p>Quando fui fazer a progressiva confirmei minhas impressões do salão. Cheguei lá e a mesma menina que trabalha lá e estava esperando quando o salão estava fechado me recebeu. Pediu que eu aguardasse que logo a cabeleireira que iria me atender estava chegando. Muito com medo pedi “você pode ligar para confirmar? As últimas vezes que vim aqui eu esperei sem poder”. Ela muito grossa me respondeu “mas você veio fazer drenagem! Agora é diferente!”. Engoli a grosseria e esperei pacientemente lendo, enquanto todos os funcionários do salão tomavam café na cozinha e me deixaram sozinha no salão em si.</p>
<p>Enfim a cabeleireira chegou e foi&#8230; arrumar o próprio cabelo! Perguntei se ela quem iria me atender e ela disse que não, que era&#8230; a mesma menina que me recepcionou grossamente! Ok, já com quase meia hora de atraso, ela foi preparar o produto. Progressiva excelente! Mãos leves, produto de qualidade, rápida. Porém, durante todo o meu tempo no salão, a menina mal conversou comigo (sou o tipo de cliente que gosta de papear) e ficou fofocando (no sentido pejorativo da parada ) com a funcionária ao lado, que também cuidava do próprio cabelo. Além da menina de cabelos lisos e quase secos (também funcionária) que ocupava uma cadeira ao meu lado fazendo escova&#8230; O resultado da escova foi bom, mas começar o dia nessa ambiente eu não desejo a vocês!</p>
<p>Voltando às drenagens. Agora estou no “Estratos da Terra”, na rua 40, em VR. As meninas muito simpáticas, tanto da recepção quanto as que atendem. Gracinhas mesmo. Os produtos então! O esfoliante é o melhor que já vi e certamente comprarei (pena que só tem pote grande, mais de 60 pila). Organizadíssimas. Chego com 3 minutos de atraso pela caminhada e já estão me esperando. Fiz primeiro lá um Banho de Lua, durou pouco, mas valeu só a esfoliação e a massagem depois. Única reclamação para as moças da drenagem: pode apertar mesmo! Drenagem linfática tem que quebrar a gordura, não é massagem! Mas acho que mesmo com delicadeza vai funcionar, já que dá pra sentir os produtos queimando! Fiz apenas duas, resultados aparecem em mais tempo.</p>
<p>Bom, já me estendi demais no texto! Vou fechar com duas dicas primordiais: ATENDIMENTO TEM QUE TER GENTILEZA! Quando alguém liga para um estabelecimento comercial e pergunta “quem fala?” responda seu nome atendente! Mesmo que não seja o verdadeiro. Algumas pessoas tem a necessidade de tratar os outros por nomes, torna o atendimento mais pessoal. E você é pago para atender bem! O cliente (quase) tem sempre razão! Sorria, use palavras delicadas, puxe conversa, se o cliente não quiser papo ele vai te cortar e você vai sentir. Tenha compromisso com horário, isso é o mínimo que esperamos de vocês. Dica dois: Bem podia sair nesses sites de compra coletiva um rodízio japa por aqui heim!</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/inconstantemente.wordpress.com/427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/inconstantemente.wordpress.com/427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/inconstantemente.wordpress.com/427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/inconstantemente.wordpress.com/427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/inconstantemente.wordpress.com/427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/inconstantemente.wordpress.com/427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/inconstantemente.wordpress.com/427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/inconstantemente.wordpress.com/427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/inconstantemente.wordpress.com/427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/inconstantemente.wordpress.com/427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/inconstantemente.wordpress.com/427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/inconstantemente.wordpress.com/427/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/inconstantemente.wordpress.com/427/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/inconstantemente.wordpress.com/427/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=427&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Fórum de Comunicação Democrática do Sul Fluminense</title>
		<link>http://inconstantemente.wordpress.com/2011/06/14/forum-de-comunicacao-democratica-do-sul-fluminense/</link>
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		<pubDate>Tue, 14 Jun 2011 22:24:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconstantemente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Algo de útil]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Jornalista]]></category>

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		<description><![CDATA[Post apenas para apresentar o nosso Fórum, que está com força total e procurando mais membros: O Fórum de Comunicação Democrática do Sul Fluminense foi criado no início de 2010, para debater com a sociedade a importância da democratização da comunicação e lutar pela implementação das propostas aprovadas na I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=421&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/06/logo-fc3b3rum-sulflu-com-cor-1.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-422" title="LOGO FÓRUM sulflu.com cor (1)" src="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/06/logo-fc3b3rum-sulflu-com-cor-1.jpg?w=510&#038;h=363" alt="" width="510" height="363" /></a>Post apenas para apresentar o nosso Fórum, que está com força total e procurando mais membros:</p>
<p>O Fórum de Comunicação Democrática do Sul Fluminense foi criado no início de 2010, para debater com a sociedade a importância da democratização da comunicação e lutar pela implementação das propostas aprovadas na I Conferência Nacional de Comunicação (Confecom).<br />
As reuniões do Fórum são abertas a representantes de entidades populares e sindicais, movimentos sociais, rádios e jornais comunitários, blogs, partidos políticos, mandatos parlamentares, estudantes e profissionais de comunicação, trabalhadores em geral, e todos os cidadãos e cidadãs comprometidos e que desejem lutar por uma comunicação ética e democrática.</p>
<p>Reuniões todos os segundos sábados de cada mês, 14, na Cúria Diocesana de Volta Redonda &#8211; em frente a Praça Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/inconstantemente.wordpress.com/421/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/inconstantemente.wordpress.com/421/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/inconstantemente.wordpress.com/421/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/inconstantemente.wordpress.com/421/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/inconstantemente.wordpress.com/421/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/inconstantemente.wordpress.com/421/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/inconstantemente.wordpress.com/421/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/inconstantemente.wordpress.com/421/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/inconstantemente.wordpress.com/421/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/inconstantemente.wordpress.com/421/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/inconstantemente.wordpress.com/421/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/inconstantemente.wordpress.com/421/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/inconstantemente.wordpress.com/421/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/inconstantemente.wordpress.com/421/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=421&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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		<title>Todos são Iguais perante a Lei!</title>
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		<pubDate>Thu, 12 May 2011 18:16:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconstantemente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Algo de útil]]></category>
		<category><![CDATA[Vida de Jornalista]]></category>

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		<description><![CDATA[Bom gente, como estou com um blog no aQui, um jornal pra ajudar a fechar e muitos outros projetos em andamento, esse blog ficou um pouco parado&#8230; Este mês que passou tive a oportunidade de escrever a matéria de capa do Volta Cultural, com uma notícia histórica que tive muita felicidade em dar. Enquanto muitos [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=415&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom gente, como estou com um blog no aQui, um jornal pra ajudar a fechar e muitos outros projetos em andamento, esse blog ficou um pouco parado&#8230; Este mês que passou tive a oportunidade de escrever a matéria de capa do Volta Cultural, com uma notícia histórica que tive muita felicidade em dar. Enquanto muitos países ainda tem a legislação atrasada e muitos conservadores ainda cultivam a cultura homofóbica, o nosso Supremo Tribunal Federal mostrou que sabe cumprir seu papel e instituiu a união estável entre pessoas do mesmo sexo, já que o Senado (eleito por nós) arquiva projetos de lei neste âmbito há tantos anos.O STF fez valer a constituição, que diz que todos somos iguais perante a lei, independentemente de nossas crenças, sexualidade, opiniões&#8230;</p>
<p>O Jornal Volta Cultural fugiu do comum e, além de apresentar a notícia, explicou como as casais gays (e héteros &#8211; afinal, muitos não sabem que possuem esse direito) devem fazer para assinar essa união estável. É mais simples do que muitos pensam e não precisa passar por juiz nenhum, apenas no cartório. Um grande avanço para o Brasil, um momento histórico que tive a felicidade de viver e cobrir!</p>
<p>Gostei tanto da matéria que não poderia digitá-la aqui sem a diagramação da grande pequenina (só um cadim maior que eu), a jornalista <a href="http://www.thayraazevedo.blogspot.com/" target="_blank">Thayra Azevedo</a>. Segue em imagem a página da matéria.</p>
<p><a href="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/05/9.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-416" title="9-" src="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/05/9.jpg?w=510&#038;h=799" alt="" width="510" height="799" /></a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/inconstantemente.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/inconstantemente.wordpress.com/415/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/inconstantemente.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/inconstantemente.wordpress.com/415/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/inconstantemente.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/inconstantemente.wordpress.com/415/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/inconstantemente.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/inconstantemente.wordpress.com/415/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/inconstantemente.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/inconstantemente.wordpress.com/415/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/inconstantemente.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/inconstantemente.wordpress.com/415/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/inconstantemente.wordpress.com/415/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/inconstantemente.wordpress.com/415/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=415&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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			<media:title type="html">9-</media:title>
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		<title>Os personagens que dão vida à Avenida</title>
		<link>http://inconstantemente.wordpress.com/2011/04/01/os-personagens-que-dao-vida-a-avenida/</link>
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		<pubDate>Fri, 01 Apr 2011 19:15:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconstantemente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida de Jornalista]]></category>

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		<description><![CDATA[O grande espetáculo que as Escolas de Samba nos apresentam na avenida sempre nessa época do ano todo mundo já conhece, o que a gente não sabe é o tanto de pessoas que se mobilizam para que o Carnaval possa acontecer e quem são os personagens esquecidos que estão por baixo dos panos e purpurinas [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=406&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O grande espetáculo que as Escolas de Samba nos apresentam na avenida sempre nessa época do ano todo mundo já conhece, o que a gente não sabe é o tanto de pessoas que se mobilizam para que o Carnaval possa acontecer e quem são os personagens esquecidos que estão por baixo dos panos e purpurinas fazendo toda a engrenagem funcionar. Além disso, algumas alas tradicionais tem sua história desconhecida e seu brilho apagado após tantos anos de avenida, vamos reacender seu brilho contando um pouco sobre seu papel dentro e fora da Sapucaí.</p>
<p><strong>O Presidente da Escola<br />
</strong></p>
<p>Muito mais que o nome máximo dentro da Escola, o Presidente é quem escolhe o tema que será levado para a avenida. Baseia-se na época que estamos vivendo, homenagem a personalidades – normalmente com destaque para a escola –, fatos da história do nosso país u por simples pressão do patrocinador mesmo.</p>
<p><strong>Carnavalesco</strong></p>
<p>É a pessoa que faz a magia acontecer. Ele desenvolve o tema que será apresentado. O Carnavalesco pensa em cada momento do desfile, desde os carros alegóricos até o que será retratado em cada ala, definindo seus nomes e as fantasias que irão carregar. Não trabalha sozinho, tem toda uma equipe de engenheiros, historiadores, museólogos, desenhistas e outras profissões a seu dispor – chamada de Comissão de Carnaval – mas a palavra inicial e final é sempre dele.</p>
<p><strong>(Ala de) Compositores</strong></p>
<p>Todos os anos, após o Presidente e o Carnavalesco apresentarem sua história pesquisada e desenvolvida, diversos compositores das comunidades de cada Escola de Samba se mobilizam para preparar o enredo que irá narrar toda a festa na Sapucaí. Em uma escola grande, podem chegar a 60 sambas enredo compostos para um mesmo tema. Um concurso é realizado na comunidade e o vencedor é escolhido. Todos os que participam deste concurso ou já ganharam em anos anteriores tem o privilégio em desfilar nesta ala.</p>
<p><strong>Harmonia</strong></p>
<p>É a equipe responsável por deixar toda a Escola de Samba no mesmo ritmo e no mesmo passo. Ensaiam toda a comunidade até o dia do desfile.</p>
<p><strong>Diretor de Barracão</strong></p>
<p>É responsável por toda a beleza levada à avenida. Todo o processo produtivo de fantasias e carros alegóricos se reporta a ele.</p>
<p><strong>Aderecistas</strong></p>
<p>Decoram, moldam, aplicam e dão o toque final de montagem nos carros alegóricos que brilham na Sapucaí. Um trabalho minucioso e sigiloso. O Volta Cultural esteve presente em alguns barracões e máquinas fotográficas devem ficar bem longe desses rapazes e moças.</p>
<p><strong>Diretor de Ateliê e seus Costureiros</strong></p>
<p>São os responsáveis pelas fantasias. Assim como os carros alegóricos, as fantasias também são desenhadas pelo Carnavalesco e sua equipe, mas são esses personagens que dão vida ao papel, produzindo – normalmente a mão – uma a uma as fantasias ostentadas no chão e nas alegorias. São trinta alas, mínimo de sete carros alegóricos e mais de 100 modelos diferentes de roupas.</p>
<p><strong>Comissão de Frente</strong></p>
<p>É a apresentação da Escola. Antes, os Baloartes (grandes personagens da escola) que puxavam a comunidade para a avenida, atualmente ela conta a história de enredo com uma coreografia diferente, trazendo junto os puxadores de samba.</p>
<p><strong>Mestre Sala &amp; Porta Bandeira</strong></p>
<p>São o casal indispensável, que carrega a bandeira e o orgulho da Escola de Samba. Antigamente, quando o desfile era mais rústico, a Porta Bandeira carregava aquilo que representava a honra do desfile. Se um passista de outra Escola conseguisse cortejá-la e tirar sua bandeira (muitas fezes na faca mesmo) a Escola estava desclassificada. O papel do Mestre Sala era protegê-la. Atualmente são realizados concursos para escolher os casais – que são obrigatoriamente dois, mas algumas escolas apresentam três – e o primeiro casal chega a receber até 60 mil cada um, o segundo recebe um pouco menos e o terceiro normalmente são voluntários escolhidos na comunidade da Escola. Uma curiosidade é que, na maioria das vezes, os dois não são um casal de verdade.</p>
<p><strong>Bateria</strong></p>
<p>É o coração da Escola. Para inovar, seus representantes procuram descobrir sempre novos instrumentos que possam incorporá-la e alguns desses acabam se tornando obrigatórios. Com tantos Carnavais de evolução, agora se tornou obrigação de cada Escola apresentar algo de novo, uma firula, em sua bateria, ou acaba perdendo pontos.</p>
<p><strong>Ala das Baianas</strong></p>
<p>Obrigatória na avenida, suas fantasias são distribuídas para as senhorinhas da comunidade que passam o desfile todo a rodar ao som do samba enredo. É uma das alas mais sorridentes, pois é o momento do ano em que essas mulheres de fibras tem seu ponto alto.</p>
<p><strong>Ala das Damas</strong></p>
<p>Apresenta as senhoras que não tem a força das baianas para rodas as pesadas saias de suas fantasias. Desfilam com roupas mais leves.</p>
<p><strong>Passistas</strong></p>
<p>É a comunidade da escola que samba no pé. Desfila no chão e não vale ponto, mas é o momento mais animado do desfile, são as pessoas que deram sua fibra o ano inteiro para estarem ali representando as cores da Escola do coração.</p>
<p><strong>Velha Guarda</strong></p>
<p>Atualmente fecham o desfile, mas já foram os grandes puxadores da Escola na avenida. São componentes da comunidade que desfilam há muitos anos e envelheceram no samba. Dividida em outras épocas do ano em “Galeria da Velha Guarda” – aqueles que sempre representaram a escola e tem suas cores em seu coração – e a “Velha Guarda Show” – apenas aqueles que cantam e participam em rodas de samba o ano inteiro representando a escola. É uma ala de respeito à memória.</p>
<p><strong>Personagens históricos</strong></p>
<p><strong>Rei Momo</strong></p>
<p>Momo era o deus da zombaria da mitologia grega. Era representado por um figurão nas famosas festas de orgia na Grécia e Roma Antigas. O escolhido era sempre alguém gordinho e extrovertido. No Brasil, o Rei Momo apareceu no carnaval carioca de 1933.</p>
<p><strong>Colombina</strong></p>
<p>A palavra “Colombina” vem do francês e significa “pombinha”, porém a personagem do nosso carnaval é proveniente do teatro popular italiano, de um gênero chamado “commedia dell&#8217;arte”. É a criada da filha do patrão, tão bela e refinada quanto a tal. É o pivô do triângulo amoroso que tinha ainda o apaixonado Pierrô e o malandro Arlequim. Para tentar conquistar esse último, Colombina cantava e dançava graciosamente nos espetáculos.</p>
<p><strong>Arlequim</strong></p>
<p>É o servo espertalhão, preguiçoso e insolente que se faz de ingênuo, comparado sempre ao bobo-da-corte. Entra em cena dançando, pulando e fazendo acrobacias. Prega peças nos outros e se livrava das confusões com sua agilidade. Pouco percebe o amor de Colombina.</p>
<p><strong>Pierrô</strong></p>
<p>Personagem do mesmo teatro que Colombina e Arlequim O serviçal vivia suspirando de amor pela Colombina, o que lhe fazia alvo de piadas. Sua atitude e sua imagem inspiraram os palhaços de circo.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/inconstantemente.wordpress.com/406/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/inconstantemente.wordpress.com/406/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/inconstantemente.wordpress.com/406/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/inconstantemente.wordpress.com/406/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/inconstantemente.wordpress.com/406/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/inconstantemente.wordpress.com/406/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/inconstantemente.wordpress.com/406/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/inconstantemente.wordpress.com/406/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/inconstantemente.wordpress.com/406/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/inconstantemente.wordpress.com/406/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/inconstantemente.wordpress.com/406/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/inconstantemente.wordpress.com/406/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/inconstantemente.wordpress.com/406/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/inconstantemente.wordpress.com/406/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=406&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
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	</item>
		<item>
		<title>O Social que brilha no Carnaval</title>
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		<pubDate>Wed, 30 Mar 2011 15:00:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconstantemente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida de Jornalista]]></category>

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		<description><![CDATA[O Jornal VOLTA CULTURAL esteve na Cidade do Samba, poucos dias antes do incêndio que atingiu os barracões da Grande Rio, Portela e União da Ilha para conhecer um pouco mais obre as ações sociais promovidas pela Beija-Flor e pela Portela. Além disso, também fomos convidados a conhecer a Vila Olímpica da Mangueira e os [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=402&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Jornal VOLTA CULTURAL esteve na Cidade do Samba, poucos dias antes do incêndio que atingiu os barracões da Grande Rio, Portela e União da Ilha para conhecer um pouco mais obre as ações sociais promovidas pela Beija-Flor e pela Portela. Além disso, também fomos convidados a conhecer a Vila Olímpica da Mangueira e os projetos que são desenvolvidos lá. Afinal, não é apenas de samba no pé que é feito o Carnaval, mas de muita solidariedade o ano inteiro. As três escolas foram selecionadas por serem conhecidas como as que desenvolvem projetos mais completos, principalmente voltados para as crianças e jovens da comunidade.</p>
<div id="attachment_403" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/03/sam_0053.jpg"><img class="size-medium wp-image-403" src="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/03/sam_0053.jpg?w=300&#038;h=216" alt="" width="300" height="216" /></a><p class="wp-caption-text">No barracão da Portela na Cidade do Samba, este espaço foi consumido pelo fogo. A faixa mostra o projeto &quot;Juventude Que Samba Trabalha e é Feliz&quot;, que deu origem ao atual &quot;Gente que Samba é Feliz&quot;, que emgloba muitas outras ações além das voltadas para o Carnaval</p></div>
<p>A Coordenadora de Projetos Sociais da Portela, Val Carvalho, conta que a cada ano é possível ampliar mais a oferta de suas ações para mais comunidades. O que atendia apenas Madureira e arredores, atualmente consegue se estender até para outros municípios. “Centralizamos todas as ações em apenas uma‘Gente que Samba é Feliz’ antes havia um leque de projetos, agora há um grande guarda-chuva, que é a Portela”, conta Val.</p>
<p>A principal parceira é a Petrobrás, que patrocina as atividades. O SENAC e a FAETEC oferecem cursos para a comunidade de Informática, Secretariado e Almoxarifado. Há também cursos de educação voltados para o Carnaval como: passista, mestre sala e porta bandeira, ritmista, adereço de carnaval, confecção de fantasia – modelagem e corte confecção de fantasia – costura, arte em peruca, maquiagem artística e caracterização . Os jovens que se preparam para o Carnaval trabalham na preparação da escola recebendo um salário para isso.</p>
<p>“Isso mantém nossos jovens trabalhando e longe das drogas e da prostituição”, comemora Val. As crianças e adolescentes recebem acompanhamento escolar em parceria com quatro colégios das comunidades da região. Só desfila quem tiver frequentando a escola e passando de série.  “Os professores também recebem uma formação continuada para que possam ser mais que professores, para que sejam educadores, ensinado aos jovens e crianças cultura, cidadania e noção de seus direitos”, explica a coordenadora dos projetos.</p>
<p>Há também oficinas esportivas de dança de rua, de salão, balé, vôlei, futsal, capoeira e ginástica para a terceira idade. Toda a comunidade recebe acompanhamento de saúde e no Centro Social Paulo da Portela há atendimento odontológico, jurídico e encaminhamento para emprego.</p>
<p>Na verde-e-rosa não é muito diferente. O Programa Social da Mangueira também engloba em sua Vila Olímpica escolas do ensino fundamental ao ensino médio, cursos profissionalizantes, esportes e um centro de saúde. O Circulo de Amigos do Menino Patrulheiro (CAMP) oferece aula de reforço em matemática financeira e português, cursos de telemarketing e estágio. O Projeto Olímpico atende desde crianças até a terceira idade, além de turmas diferenciadas para portadores de necessidades especiais. Atletismo, basquetebol, futebol, futebol de salão, ginástica rítmica, natação, hidroginástica, ginástica localizada e aluas de dança são oferecidos na Vila Olímpica.</p>
<div id="attachment_404" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/03/sam_0070.jpg"><img class="size-medium wp-image-404" src="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/03/sam_0070.jpg?w=300&#038;h=204" alt="" width="300" height="204" /></a><p class="wp-caption-text">Aqui começa o Programa Social da Mangueira. Ao atravessar esta entrada, crianças jovens aprendem um esporte, uma profissão em muita cidadania</p></div>
<p>Em associação com a ABMF Bovespa muitos jovens se capacitam para uma profissão no período de cinco a seis meses, com duas turmas por ano. Conhecida como “faz tudo”, a Associação Profissionalizante da Mangueira oferece cursos de Construção Civil, Módulo Instalador (elétrica, encanador e marceneiro) e Espaço Beleza 1 e 2 (o primeiro apenas para cabeleireiro e o segundo engloba maquiagem – também voltada para o Carnaval – estética, manicure e depilação).</p>
<p>Os alunos recebem ainda orientação para o mercado de trabalho, aulas de gestão empreendedora e marketing pessoal, reforço escolar, além de uma cesta básica e ajuda de custo. “85% de nossos alunos saem empregados”, comemora a coordenadora do projeto, Patrícia Baracho. O curso tem parceria com as empresas líderes de mercado em suas áreas. Dentro da Vila Olímpica há ainda educação para crianças e jovens de todas as idades e períodos escolares, que atendem mais de mil alunos da Mangueira e adjacências.</p>
<p>A Mangueira do Amanhã prepara crianças para desfilarem pela escola no futuro, com um desfile só delas com direito a todas as alas tradicionais, como a das baianas, bateria e outras. Dentro do complexo há ainda dois postos de saúde, que oferecem também atendimento psicológico, fisioterapia e fonoaudiologia.</p>
<p>Na Beija-flor de Nilópolis os projetos mais exaltados na comunidade são a creche e o educandário . Inaugurada em maio de 1980, a Creche Júlia Abrão David atende cerca de 300 alunos até os seis anos divididos em dois turnos: uns estudam pela manhã e participam de atividades no pátio à tarde e o restante faz o programa inverso. Na sua estrutura conta com berçário, salas de vídeo, dormitórios, salas de recreação, além de um amplo refeitório que oferece quatro refeições diárias e um consultório odontológico que presta atendimento no local.</p>
<p>Ao completarem seis anos, os alunos da creche são direcionados ao Educandário Abrão David para continuarem sua vida acadêmica, atendendo até o nono ano do ensino fundamental. O ensino de qualidade prepara os alunos para o mercado de trabalho e para a vida, com aulas também de informática e civilidade. Além disso o Grêmio recreativo de Nilópolis ainda oferece cursos profissionalizantes no Centro de Atendimento Comunitário Nelson Abrão David, voltados para qualificação comercial – informática, telemarketing, atendimento ao cliente e administração – e para a área carnavalesca – adereços, fantasias, serralheria e marcenaria. Os alunos recebem alimentação e vale-transporte. Muitos desses alunos também são aproveitados pela Escola de Samba em sua preparação para a Avenida.</p>
<p>O Projeto “O Sonho de um Beija-Flor” desenvolve com os alunos inscritos atividades educativas esportivas. Além dos mais comuns oferecidos também pelas outras escolas, a Beija-flor também disponibiliza aulas de Jiu-Jitsu, unindo o esporte a filosofia e valores e tênis de mesa, que já está preparando atletas para as olimpíadas de 2016.</p>
<p>Todas as Escolas de Samba do Rio desenvolvem projetos sociais que atendem ao menos sua comunidade, sejam elas do grupo especial ou grupo de acesso. Essas três foram escolhidas pela amplitude de seus projetos. É assim, com muito samba no pé e solidariedade no coração que o Carnaval do Rio de Janeiro dura o ano inteiro!</p>
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		<title>Bienal da UNE tem como palco a Cidade Maravilhosa</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Mar 2011 18:35:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>inconstantemente</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vida de Jornalista]]></category>

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		<description><![CDATA[O Carnaval começou mais cedo para os visitantes de todo o país que participaram este ano da 7ª Bienal de Cultura e Arte da UNE (União nacional dos Estudantes) Com o tema “Brasil no estandarte, o samba é meu combate”, a cidade escolhida este ano foi o Rio de Janeiro, perfeita representante do Carnaval, que [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=inconstantemente.wordpress.com&amp;blog=2226389&amp;post=396&amp;subd=inconstantemente&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="attachment_398" class="wp-caption alignleft" style="width: 310px"><a href="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/03/100_0600.jpg"><img class="size-medium wp-image-398" title="100_0600" src="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/03/100_0600.jpg?w=300&#038;h=224" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Roda de Jongo com o Jongo da Serrinha</p></div>
<p>O Carnaval começou mais cedo para os visitantes de todo o país que participaram este ano da 7ª Bienal de Cultura e Arte da UNE (União nacional dos Estudantes) Com o tema “Brasil no estandarte, o samba é meu combate”, a cidade escolhida este ano foi o Rio de Janeiro, perfeita representante do Carnaval, que recebeu os shows, palestras e demais manifestações culturais que compuseram o evento, entre os dias 18 e 22 de janeiro.</p>
<p>A abertura aconteceu na Cidade do Samba, na noite de terça-feira e a homenageada da vez foi a grande sambista Beth Carvalho. Mesmo se recuperando de problemas de saúde, precisando se locomover em uma cadeira de rodas, a artista compareceu ao show de abertura para ser consagrada madrinha desta Bienal da UNE. O som ficou por conta de Marcelo D2 e um baile funk com os MCs Júnior e Leonardo, MC Sapão e MC Sabrina. O Governador Sérgio Cabral e o Prefeito Eduardo Paes, que eram esperados para a cerimônia de abertura, não compareceram.</p>
<p>De quarta a sábado a festa continuou com as manhãs e tardes no Aterro do Flamengo, em diversas tendas planejadas na beira da praia. Espalhados pelo espaço oficinas, debates, palestras, teatros, lançamentos de livros, poesia, dança, esporte, entre outras manifestações. Os debates abordaram desde temas polêmicos, como a legalização das drogas; culturais, como produção independente e diversidade cultural brasileira; até temas específicos dos estudantes, como a meia-entrada e políticas culturais educacionais; passando pela literatura nas mídias digitais e popularização da ciência.</p>
<p>As carnavalescas Leci Brandão e Maria Augusta relembraram o papel social do Carnaval em uma retrospectiva linda de todas as escolas que já passaram e carnavais que participaram, relembrando os “bons tempos”. O sambista, cantor e compositor, Martinho da Vila, lançou seu livro “Os Lusófonos” ao lado do professor e músico André Conforte, que comparou o personagem principal do livro com o autor “bem viajado e cheio de mulheres”. Na mesma mesa, intervenções de estudantes da Universidade Estadual da Bahia roubaram a cena, apresentando o dialeto africano “crioulo”.</p>
<div id="attachment_397" class="wp-caption alignright" style="width: 310px"><a href="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/03/100_0655.jpg"><img class="size-medium wp-image-397" title="100_0655" src="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/03/100_0655.jpg?w=300&#038;h=224" alt="" width="300" height="224" /></a><p class="wp-caption-text">Carlinhos vergueir com a banda Gente Fina e Outras Coisas</p></div>
<p>A Ministra da Cultura, Ana de Hollanda, foi outra que deveria estar presente mais faltou.  O debate ao qual deveria tomar parte foi um dos momentos mais emocionantes de todo o evento. O sambista Nei Lopes e o pesquisador Haroldo Costa fizeram uma retrospectiva do samba de todo o século XX, com a mediação da mesa por Luiz Carlos Miele, produtor musical, e pelo presidente da UNE, Augusto Chagas. Enquanto os debatedores relembravam cada período do samba e cada grande mestre que o representou, a banda Gente Fina e Outras Coisas acompanhava Carlinhos Vergueiro que cantava um por um os poetas citados. O resultado: um lindo encontro de gerações, onde os jovens puderam mostrar que não deixaram o samba morrer, cantando junto com a banda convidada as músicas de “mil novecentos e antigamente”.</p>
<p>Os shows noturnos ficaram por conta de Rappin Hood,ao lado da grande Leci Brandão; Elza Soares, que soltou a voz ao lado do Farofa Carioca; e Martinho da Vila, que dividiu o palco na Lapa com Aline Calixto. O encerramento aconteceu sábado à tarde, com uma grande culturata no Posto Nove, em  Ipanema. Outros grandes nomes de nossa cultura, arte e política também participaram do evento: Emir Sader, Marcos Frota, Cacá Dieges, Célio Turino, Carlos Lyra e Jards Macalé, entre outras figuras importantes para a cultura brasileira.</p>
<p>Esperamos agora que o Congresso da UEE (União Estadual dos Estudantes), que deve acontecer novamente em Volta Redonda em junho deste ano, possa exaltar para o restante do estado um pouco da nossa cultura regional, ao invés de trazer uma programação enlatada como aconteceu há dois anos atrás. A região Sul Fluminense merece receber um evento organizado por estudantes que acrescente algo em nossa bagagem cultural, como foi esta Bienal da UNE. Ficaremos de olho!</p>
<div id="attachment_399" class="wp-caption aligncenter" style="width: 520px"><a href="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/03/100_0741.jpg"><img class="size-full wp-image-399" title="100_0741" src="http://inconstantemente.files.wordpress.com/2011/03/100_0741.jpg?w=510&#038;h=381" alt="" width="510" height="381" /></a><p class="wp-caption-text">Desmonte no último dia - até parece arte tb!</p></div>
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