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Flerte pode, e “date”?

* Esse é um texto que, se ainda existisse o meu blog do aQui, iria para autoria de Lya Luftal.

Ontem pela manhã avistei uma pessoa que há muito não encontrava e pensei: “que delícia um sorrisão desses e um flerte inocente antes de começar uma pesada jornada de trabalho”. Sim, eu tenho namorado, aliás, noivo, mas falo sobre isso abertamente, sem medo que ele me repreenda, pois ambos concordamos que flertar não faz mal nenhum. É como um jogo: é divertido jogar pelo prazer da brincadeira, mesmo que você não ganhe.

Afinal, quando a gente flerta exercitamos nosso charme e quem tem a ganhar com isso é o nosso parceiro(a). Além disso, quando o flerte é correspondido, inflamos nosso ego e com o ego cheio as “tarefas a dois” ficam muito mais gostosas.

Vai dizer que por ele você não traía seus princípios de não trair?

Vai dizer que por ele você não traía seus princípios de não trair?

No começo do nosso namora aprendi a lição da fidelidade, que nunca me foi passada na educação natural. Muito pelo contrário: amigos, família, ex-namorados, filmes, novelas, livros… tudo na minha vida me levava a achar que a traição era natural do ser humano e nunca vi isso como um grande pecado. Hoje posso dizer que, não apenas aprendi a lição, como também não sinto mais “desejo” por outro homem ou mulher, meu namorado já me basta (e bem bastado). Tá bom, eu confesso que daria uns pegas arrumados no Ian Somerhalder, mas isso já faz parte do mundo de fantasias. No mundo real, há poucos homens que eu tenha desejado no passado e não tenha conseguido pra ficar com isso na cabeça e, os que conheci depois do namoro não me chamam atenção. Essa pessoa que não via há tempos se encaixa n primeiro grupo.

Não sinto desejo por ele, mas é uma pessoa que eu adoraria sair pra tomar uma cerveja, falar sobre vida, política, arte, sociedade (é bastante inteligente e educado), comer um petisco, exercitar o flerte e, quando ele tentasse me beijar (se tentasse) eu diria que sou noiva e que amo meu noivo. Ele, como o bom cavalheiro que é, compreenderia e eu voltaria para os braços do meu amado, com o ego inflado e louca de vontade de…

Ante de dormir fiquei me perguntando se meu amado entenderia esses pensamentos. Já vi casos semelhantes nesses filmes enlatados americanos. Pessoas compromissadas saindo em “dates” sem se sentirem culpados ou traindo, algumas vezes até com o parceiro sabendo do encontro. É só não terminar com aquele beijo de boa noite (que lá geralmente é seguido de sexo), que o encontro não passa de duas pessoas conversando para se conhecerem melhor, ou dois já amigos até, que, além disso, também estão jogando o game do flerte.

Pensando assim não parece nada de mais. Imaginando um diálogo com meu noivo sobre o assunto já realizei que ele diria “de forma alguma! depois você iria pra cama comigo pensando nele!”. E fiquei imaginando se seria isso. Acredito que não. Se há alguma dívida sobre isso, é melhor que nem haja o flerte. O flerte, como eu disse antes, é apenas um exercício para que você não se sinta desejada por apenas um homem e que ainda tem o poder da conquista. É para renovar as energias para que o sexo seja ainda melhor. Garanto que chegaria em casa e pensaria só no meu amado e em como eu quero que ele se sinta desejado por mim como me senti naquele “date”.

Confesso que quando ele saiu para um “date” desses com uma amiga há alguns meses eu não liguei, mas senti uma pontada de ciúmes. Cheguei a brincar que não queria mais que ele saísse com ela, mas no fundo eu realmente não liguei, confio nele e sei que, se houve flerte entre os dois, foi sem desejo de finalização. Mas mesmo assim parece estranho, talvez porque a sociedade reprove esse tipo de comportamento.

Enfim, não escrevi esse texto para avisar meu namorado que pretendo chamar outro cara pra sair, hehe. É apenas uma reunião de pensamentos com os quais alguém pode se identificar, quem sabe até o próprio.


Raio X

Algumas dores são difíceis de explicar, parece que já cicatrizaram há tempos, já não há nem mais sinal da cicatriz, mas quando você mete o dedão na superfície sente aquela pontada de dor, como se a ferida ainda estivesse se curando.

Eu tenho uma imunidade bem alta para esse tipo de coisa. Minhas amigas sempre comentam que não me vêem reclamando, choramingando pelos cantos por causa de um amor que se foi. E realmente não sofro mesmo. Aliás, sofro por nunca mais que três semanas. Posso passar por um período de loucuras, sumir do cenário e aparecer com um novo corte de cabelo, começar outro relacionamento sem futuro apenas para me distrair… Mas não sofro, não deito na cama para dormir e fico pensando em como foi bom, como poderia ter sido melhor, como sinto falta… Sinto aquela dor momentânea que logo passa e a vida volta ao normal novamente.

Já sofri, confesso. Até o meu primeiro namoro terminar eu sofria muito por causa dos homens. Com ele eu percebi que não se deve esperar muito de uma relação mesmo. Sofri por quase um ano depois do término e o observei sofrendo por uns três meses, mas não havia volta, o sofrimento seria maior juntos. Não sofri com o término de um pseudo-casamento de cinco anos, nem com o “fim” do relacionamento mais atual (a gente ainda se pega e é amigo, mas a esperança de um namoro e o amor que levava ao sofrimento por saudades ou outras coisas morreram de um dia para o outro, sem pena, apenas porque assim eu decidi).

Qual é o segredo? Simples, apenas pense que ele não é a pessoa certa pra você. Você vai ficar sofrendo pela pessoa errada, amando a pessoa errada, se martirizando e se impedindo pela pessoa errada? Se fizer isso a pessoa certa passa e você nem vê. E acredite, se você está sofrendo por ele(a), é a pessoa errada, a pessoa certa não te faz sofrer.

Mas tudo isso foi apenas uma explicação sem sentido para tentar justificar o injustificável do primeiro parágrafo. Se eu sei tudo isso, se eu já não penso mais, já não sinto mais e já não sofro mais (ah, e por esse eu sofri, foram as três semanas mais longas da minha vida), porque ainda dói da mesma forma que doía? É como um membro fantasma, que já não pertence mais ao seu corpo, mas quando alguma coisa acontece você sente como se ele estivesse ali, no mesmo lugar. E acredite, ele é a pessoa errada, está estampado na testa dele.

Não basta olhar para ele. Não penso mais nele como homem, não sinto falta, saudades, amor… nada! Sou perfeitamente capaz de dividir o mesmo ambiente, vê-lo com outra garota, conversar como amigos (que acho que somos)… mas quando a gente conversa sobre o assunto, aquela dor das três semanas volta a assolar o meu peito como se nunca tivesse ido embora e permanece por um dia me maltratando.

Penso que talvez seja mais fácil cortar o membro fantasma de vez da minha vida. Mas me preocupo com ele como me preocupo sempre com as pessoas que tenho carinho. Gosto de saber como meus amigos estão, se estão bem e se eu posso fazer algo para ajudar. Cheguei a pensar que talvez, por esse excesso de anticorpos que não me deixam sofrer, talvez a ferida não tenha se curado como deveria. Como uma cárie que não foi removida por completo e o dente foi selado com aquele resquício ali. Apenas abrindo novamente o dente e arrancando mais profundo que ela será extinta.

Mas para achar uma cárie assim é preciso um RaioX, olhar para dentro de si mesmo é complicado demais. Não sei o que fazer ou por onde começar. Não adianta tentar resolver a dois, essa é uma coisa de mim para mim mesma, mas estou aceitando diagnósticos…

 


Um pouco de drama – e de TPM

Estou cansada de ser aquela para quem os loucos correm quando precisam de palavras ou gestos de consolo.Que escuta e cuida pacientemente sem demonstrar seus próprios anseios. Que cala os choros sem jamais derrubar uma lágrima.

Que alivia a tormenta dos atormentados e depois repousa sobre o travesseiro sem expectativa de quando cairá no sono. Aquela para a qual não faltam palavras de carinho, para a qual todos olham como um paradigma e nomeiam como se nada pudesse se aproximar. Como se nada quisesse chegar perto de fato.

A pessoa que quando decide falar de seus próprios sentimentos recebe um olhar de surpresa. Não como alguém que fosse proibido de sentir, mas como alguém que não tivesse essa capacidade.

A que sempre tem um conselho que jamais seguiria em benefício próprio e que está lá apenas para isso. Para satisfazer o alheio. Para resolver o que não pertence ao seu mundo e mesmo assim julga de sua responsabilidade, pois se sente responsável por todos os mundos.

A que usa porque acha que a única solução é ser usada. E que proclama aos quatro cantos – e de quatro aos cantos – que tudo está sempre bem quando acaba bem e que tudo sempre acaba bem.

E que queria, ao menos uma vez, conseguir seu próprio consolo e a solução para seus próprios medos. Deixar de lado toda falta de razão e emoção e esquecer-se do drama que a fantasia induzida requer.


Revelações sobre o Rio de Janeiro

Arcos da Lapa

Vou começar justificando a falta de posts recentes. É o twitter minha gente. Tudo que tenho para dizer, manifestar indignação, comentar… resumo em 140 caracteres ou em mais twittadas e mando na hora via @fafahlongo.

Mas esse assunto não poderia ser compilado em tão poucos caracteres. Ainda não contei nem para alguns dos amigos próximos, mas estou no Rio de Janeiro. Não sei ainda se uma mudança definitiva e nem vou comentar o trabalho (não é nada ilegal ou imoral, é uma coisa que gosto e me orgulho, mas melhor não falar nada ainda). O palco é o centro da cidade, o centrão mesmo, pertinho da minha querida Lapa, com vista para o Teatro Municipal, quase ao lado da imponente Petrobrás.

Antes de trazer as malas, procurei por mordia pela internet e tive minha primeira revelação: “Não confie no Google Maps”. Há sempre um caminho mais fácil, mais perto ou menos perigoso para chegar ao seu destino do que aqueles que ele indica. Tão pouco confie nos anúncios de quartos, vagas, etc. Se é em morro e diz que é n começo do morro, não é. Banheiros e cozinhas coletivas em “vilas” não são legais. Não adianta, dividir espaço com pessoas desconhecidas nunca vai ser simples e fácil.

Digo por experiência, além da que já tinha adquirido no movimento estudantil. Estou dividindo a casa com 17 mulheres, uma casa gigante pelo menos, daquelas estilo coloniais, com o teto bem alto e cômodos amplos. Mas mesmo assim, apenas dois banheiros e uma cozinha. As meninas são legais. No meu quarto somos cinco, uma baiana que largou a faculdade de administração na Bahia para trabalhar em uma lanchonete, acreditando nas promessas de um ex namorado carioca. Uma carioquinha linda e comunicativa, uma mineira sonhadora, lutadora, sensível e bipolar, e a outra esteve doente e não pude conhecer melhor.

As outras meninas não conheci direito também, mas são de todas as partes do Brasil, sei de uma curitibana, uma de Resende, mais meninas de bairros do rio… e por aí vai. Não é precisamente a nossa versão do “American Dream” que tanta gente fala quando quer vir para o Rio. Aposto que todas elas quando mudaram para lá imaginavam o tal Rio de Janeiro que muitos me falam que é ilusão. A rotatividade na casa é tremenda, na verdade é apenas um lugar para conhecer gente para dividir um apartamento depois ou ficar até achar algo melhor, mesmo que sozinha. Depois de apenas um dia de trabalho saindo de Campo Grande eu decidi me mudar.

Queria mesmo algo mais perto da Lapa. Os locais mais baratos que vi eram em Santa Tereza. E aí vai a revelação número dois: “Santa Tereza não é centro!” E tão pouco dá par ir a pé de um ponto para o outro. Eu já conhecia a ladeira do carnaval, do bloco “Me enterra na quarta”, mas carnaval tudo é maravilhoso. Mesmo que a casa seja no início da subida (que nem é Santa Tereza ainda, ali quase na Riachuelo, em frente à Sinuca da Lapa), lá é o reduto dos marginais. Não há um momento do dia que eu passe ali em frente que não há várias pessoas mal encaradas conversando. Já vi polícia perseguindo pivete, mulheres oferecendo o corpo, usuários de drogas… tudo bem ali, nos primeiros números da rua, com vista da porta da Sinuca da Lapa, atravesso a rua para ir para casa só depois que passo aquele trecho.

Me foi dito que qualquer lugar do centro seria assim, começo a acreditar. Dizem que eu deveria ir para a Zona Sul. Além de mais caro, essas pessoas não compreendem o que EU quero do Rio de Janeiro. O meu Rio é este, da boemia da Lapa, dos eventos culturais no centro, das manifestações de movimentos sociais… eu não vim ao Rio pelas praias e boates da Zona Sul. Quando vou para Botafogo acabo na Sinuca da Bambina, que é um pedacinho da Lapa jogado perto da praia.

Outro mito é de que o carioca é simpático, atencioso, povo simples… ao contrario dos neoliberalistas capitalistas de São Paulo. Mentira! Povo abusado e antipático! Informações erradas, má vontade e péssima oferta de serviços. O prédio que alugamos tem 21 andares. Até o 14º (estamos no 12º) temos apenas um elevador com risco de parar a qualquer momento. Os botões que chamam o elevador nem sempre funcionam e por vezes o carinha que controla o elevador para em todos os andares apenas para verificar se alguém entra. Em cada andar ele demora por volta de um minuto.

As pessoas não fazem quetão nenhuma de manter o cliente. Se você não gostar do serviço, alguém há de ficar satisfeito, ou pelo menos conformado. Quando me mudei, a locatária estava contando que tem um kitnet para alugar no valor de R$600,00. Quem estava comigo disse: “Mas esse valor para o Centro é muito alto, esse é o valor da kitnet que eu tinha em Botafogo”. Ela rebateu “A procura é muito grande, se alguém sai, logo encontro outro para pagar esse preço”, e ela não faz questão nenhuma da excelência do serviço. As 17 meninas jogadas pela casa quase não se conhecem e pouco interagem, não há regras firmes de boa convivência além de bilhetes espalhados pelas paredes lembrando de quem é a vez de tirar o lixo, que visitas não são permitidas, e aquelas coisas de lição de moral (se sujou, lave) que ninguém presta atenção. Com R$ 200,00 de casa menina dessas ela deveria oferecer uma governanta 24h e não uma faxina “pra inglês ver” semanal. Mas é a realidade. Em Barra Mansa, me lembro de uma casa muito bem localizada, grande, com uma cara bastante amigável, que a pessoa estava vendendo por cem mil. Até valeria, pelo tamanho e localização, mas vi a placa de “vende-se”na casa por pelo menos quatro anos. Hoje virou uma imobiliária. No interior, se você não presta excelência no serviço, alguém presta e você vai falir. Já perdi a conta de quantos bares, lojas, casas de show… que já vi falirem por lá. Até um Shopping inteiro!

Volto ao ponto que falo sempre com meus amigos, familiares, conhecidos e até desconhecidos em momentos de reclamação do tipo eu falo com estranhos”. O Brasil é deste jeito porque o brasileiro aceita, tem a mania de não reclamar, de não brigar pelos seus direitos. Nos EUA, qualquer coisa vira processo. Se alguma coisa que é direito do consumidor não é cumprida, logo vai ao tribunal, e a demora não é de anos como é aqui. O brasileiro tem preguiça de “rodar a baiana”, até na Bahia. O nordeste tem as piores ofertas de serviço, tanto que a maioria daqueles atendimentos telefônicos penosos de empresas de telefonia tem sede por aquelas bandas. Em Fortaleza chegamos a ver um local com placa de “servimos refeição” fechado para almoço. Quando começarmos a pelo menos xingar quem nos atende mal ficaremos menos extressados e podemos ser melhor atendidos, afinal, ninguém gosta de ser xingado. E o contrário também é válido. Devemos fazer propaganda quando bem atendidos em algum lugar, agradecer e voltar sempre que possível.

Bom, ainda estou em busca do meu “Brazilian Dream”, não tive ainda nenhum dos eventos culturais ou boemios que pretendo começar a frequentar por aqui e ainda estou em busca de um bom local para morar. Acho que encontrei algo de bom na internet, amanhã devo verificar se é mais um mito ou se o local é real, mas ainda assim precisarei de alguém para dividir. Aqui na Riachuelo mesmo, alguém se habilita?


A little bit of self-esteem

Tenho enfrentado momentos difíceis… Quase dois meses de formada e nenhum emprego na área, alias, nenhum emprego at all (estou topando qualquer coisa que me de possibilidade de sair desta cidade). Parei agora pouco para ler o meu blog e percebi duas coisas: isso aqui muitas vezes parece um livro de auto-ajuda e eu escrevo bem pra caralho!

Então, buscando dentro de mim um cadim restante de amor próprio e auto-estima, resolvi fazer um apanhado das melhores frases que já postei por aqui. Não são todas que eu mais gosto, caso contrário ia ficar cansativo, mas como eu queria colocar em pratica na minha vida os conselhos e soluções que dou aqui… Enjoy it!

Aprendi a valorizar os abraços porque nunca sabemos quando eles se transformarão em mensagens de texto. (Sociedade Alternativa)

Podemos nos encontrar em um momento de carência tão grande, que ao conhecermos uma pessoa refletimos nela todas as nossas expectativas. Ela não combina conosco, não se encaixa em nossas vidas, mas a convertemos em tudo aquilo que esperamos e criamos um vínculo, uma dependência de uma pessoa inventada. Queremos tanto ver tais características, ler alguns sinais, que acabamos por enxergá-los onde não estão presentes. Ou simplesmente estamos tão cansados da solidão, do vazio no coração, que tentamos colocar qualquer coisa no lugar.(Os personagens que criamos)

palavras são apenas palavras e podem ser ditas por qualquer um, a qualquer um, em qualquer momento.(Inconformante, inconfortante e mais palavras que não existem)

Pessoas assim são especiais e estranhas. Enquanto o mundo corre para o etnocentrismo e o egoísmo, nós corremos para a direção oposta. Pensamos no bem comum, na integração entre as pessoas. Sabemos que, mesmo que a sociedade nos taxe de loucos, juntos somos mais fortes e podemos tornar nosso sonho de um mundo mais justo e igualitário real (Homenagem aos melhores)

Pessoas que se merecem acabam juntas, pessoas que não nos merecem nos perdem e pessoas que merecemos sempre voltam (No Regrets

Acabamos repetindo os mesmos erros, não porque não possuímos a capacidade de aprender, mas porque temos medo de reagir de uma forma diferente. Fazemos tudo para evitar o conflito e muitas vezes esquecemos que nem sempre o conflito é ruim, é o conflito que nos leva a tomar decisões e determinar modificações em nossas vidas. Qual seria a graça se não pudéssemos mudar e nos reinventar a todo o momento (Por Que sentimos medo?)

Amar é complicado, e nesse caso é sujeito, sujeito a dúvidas, sujeito ao dessespero, sujeito a tudo que possa se submeter pelo objeto amado (Quantas vezes é possível amar?)

Liberdade se sente… não se acha ou impõe. Liberdade é poder nadar até onde não dá mais pé, é correr até onde não se conhece o caminho, é poder chorar sem enxugar os olhos e falar sem travas na língua. É não ter restrições… (Cheiro do ralo…)


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