Navegando pelos sites da vida, no blog do Emir Sader, mais precisamente neste link , encontrei na sessão de comentários uma musica (que não tenho a mínima ideia da melodia), de um provável compositor alternativo (que não tenho a mínima ideia de onde). Resolvi promover… Não é das melhores, mas é divertidinha e leva a uma reflexão… hehe
João. Rock aberto.
Rock aberto à sua excelência.
Não quero saber de excrescência.
Socorro, Al Capone;
Socorro, Fernando Collor.
Seus recordes estão por um triz.
Os vigaristas atuais
vão superá-los por uns bis.
Agora são as Vales.
Dizem que não valem.
Que loucura!
Estão querendo transformar
As Vales do Rio Doce
No vale da amargura.
E quem vai pagar a diferença
É o João, otário de plantão. (BIS)
Vamos jogar no bicho,
Lá vale o escrito.
Quem pede para esquecer
o que escreveu
não merece confiança
nem da Madre Tereza de
Calcutá, Haiti
É aqui, João, otário de plantão. (BIS)
A(corda), João!
Estão lhe roubando
À luz do dia, da noite, da madrugada;
Até mesmo sem luz.
Eta pessoal trabalhador!
Mas não se preocupe,
quem manda são os iluministas.
Logo vem a tese
para lhe explicar
que assim você será,
finalmente, cidadão.
Viva o João!, otário de plantão. (BIS)
Mas o lamento
É pequeno, meu irmão.
A história vem de longe
Já rifaram o tataravô
de nosso tataraneto.
E as prestações
da reeleição
vão de geração em geração.
Paga o João, otário de plantão. (BIS)
A(corda), sociólogo,
Chegou a sua hora.
Já mandaram avisar
lá do futuro
que não pagam a fatura, não!
Lá não tem João, otário de plantão. (BIS)
Basta de reeleição!
Começa a trabalhar,
não dá moleza pra sorte;
Senão, até o João,
desperta do
berço esplêndido.
E aí, ó, ó!
Deixa de ser
João, o otário de plantão. (BIS)



